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| Caritas Moçambicana | ||||||||||
| Onde estamos | ||||||||||
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O
novo rosto da Caritas Moçambicana |
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De 1992 a 1994, com
a chegada da Paz, o país começou a viver um período
de estabilidade política e militar. As chuvas foram caindo regularmente
um pouco por todo o pais. As acções armadas que criaram
o terror na população civil cessaram, permitindo o regresso
dos refugiados moçambicanos dos países vizinhos. Consequentemente,
a Caritas Moçambicana deu por terminado o “Programa de Emergência”
e os contentores, que noutro tempo chegavam trazendo todo tipo de produtos,
deixaram de chegar. Neste momento, a Caritas Moçambicana, que durante
15 anos tinha vindo trabalhando na “Emergência”, teve
que se perguntar: “Agora que já não temos
produtos nos armazéns, agora que estamos num período com
estabilidade, será que teremos cumprido a tarefa para a qual a
Caritas Moçambicana foi criada?”. |
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| Repensar a Caritas Moçambicana | ||||
O período que vai de 1994 a 1999 foi um período de repensamento. A Caritas Moçambicana, que teve de parar e reestudar a sua missão. Teve que purificar suas fileiras de colaboradores que durante o conflito armado, heroicamente puseram em perigo as suas vidas para socorrer as vitimas da guerra, porém, agora não se adaptavam às exigências dos novos tempos. Em 1999 a Caritas Moçambicana culmina esta fase com um programa que recebeu o nome de: “Processo Nacional Consultivo”, este programa foi um amplo processo de consulta às bases, dedicado tudo ele a repensar a Caritas Moçambicana, dando-lhe um novo rosto. Quais foram as principais
conclusões deste processo? |
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| A
Caritas: - vê e sente os problemas com o povo; - sensibiliza e estuda as possíveis soluções; - anima, ensina e ajuda a organizar-se; - apoia na busca de recursos; - avalia, junto com o povo, os resultados com transparência e humildade” |
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